Essa é a segunda fase do projeto e a ação faz parte de uma grande reforma na estrutura do Zoo

 

O Zoológico Municipal de Volta Redonda está passando por uma grande reforma na infraestrutura, além de trazer para o público algumas novidades. A partir da próxima segunda-feira, dia 23, a reforma entra numa segunda fase, onde o Zoo será fechado parcialmente. Para garantir a segurança dos visitantes e permitir a melhor execução das obras, o local ficará fechado de segunda a quinta, estando aberto de sexta a domingo.

 

O espaço contará com um novo recinto de imersão, aliado com os preceitos dos novos zoológicos pelo mundo; reforma do espaço de piquenique; nova praça de entrada para que o visitante possa se localizar melhor nos atrativos do zoológico e a presença de novos animais.

 

O secretário municipal de Meio Ambiente, Maurício Ruíz, disse que essa reforma é necessária há muito tempo.  “O Zoológico Municipal está em obra para proporcionar um lugar melhor aos animais e aos visitantes. Ficará pronto para as férias de dezembro e com novidades”, comentou Maurício.

 

O objetivo dessa reforma é criar um recinto moderno, em que os animais possam ter mais liberdade e os visitantes poderão ter um contato mais aproximado com alguns tipos de animais não agressivos. O investimento total da reforma será de mais de R$700 mil. A partir do dia 14 de outubro, o Zoo ficará fechado todos os dias para a fase final das obras.

 

O prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva, frisou a importância dessa reforma. “O Zoológico da nossa cidade ficará ainda mais bonito e atrativo para as famílias de Volta Redonda e pessoas que queiram visitar nossa cidade, com isso fortalecendo o nosso turismo e lazer, além de oferecermos condições melhores aos animais. O zoológico é uma marca da cidade e atrai cerca de seis mil pessoas por final de semana. Será um grande legado pra cidade”, disse o prefeito.

 

O Zoológico funciona também como um centro de referência da região para abrigo de animais não sadios provenientes de doações, vítimas de acidentes e maus tratos, recebendo em média 200 animais por ano, que após receberem cuidados biológicos e veterinários, e serem submetidos à avaliação física, sanitária e psicológica é constatado se tem ou não condições de ser reintroduzido na natureza.

 
Por Renan Ferreira - Secom/VR